Benefícios do Pilates na gestação

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Adentrar ao universo da maternidade é passar por transformações diárias pelo resto da vida, porém o período da gestação ao pós parto apresentam não só mudanças no âmbito psicossocial e emocional mas também físico, e por esse motivo demandam alguns cuidados. A fisioterapeuta Gisela Holland idealizadora e responsável na Holland Pilates e Fisioterapia é especialista em Afecções da Coluna Vertebral, tem formação internacional em Pilates e vasta experiência na área e formou-se doula aprimorando seus conhecimentos na atuação com gestantes no pré e pós parto. “Nesse momento único nosso objetivo é trazer o máximo de conforto, bem estar e segurança para mamãe e bebê”.

Para que o bebê cresça e se desenvolva adequadamente, o corpo da mamãe passará por diversas modificações, as quais ocorrerão do início até o final da gestação. Com o Pilates o corpo é trabalhado de forma eficiente, amenizando dores lombares, atenuando as disfunções do assoalho pélvico e contribuindo na recuperação da forma física no pós-parto em um curto período de tempo, além de gerar bem estar emocional trazendo calma e tranquilidade à mamãe e ao bebê.

No pós-parto contamos com a modalidade Mamãe e Bebê, uma proposta muito interessante,  que possibilita as mamães recentes levarem seus bebês para as sessões facilitando o retorno à atividade física. Nessa modalidade o bebê também recebe estímulos adequados a sua idade e a amamentação é livre.

Para maiores informações entre em contato.

Dra. Gisela Aloise Holland Silva Couto

Fisioterapeuta |  CREFITO 115316

41 3015-6534    |  41 9721-9104

contato@hollandpilates.com.br

www.hollandpilates.com.br

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O que é preciso para ter sucesso na Amamentação?

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Olá famílias!

Estava pensando sobre um tema interessante sobre amamentação (que é a minha especialidade) para escrever aqui e poder auxiliá-los de alguma forma e achei que seria importante falar sobre algumas dicas bem simples mas que são de extrema importância e que podem fazer muita diferença!

A primeira coisa que digo para as mães é que para conseguir amamentar elas precisam ter DISPOSIÇÃO! Não adianta o bebê fazer a pega certinho, a família estar colaborando se a mãe não está com DISPOSIÇÃO para a amamentação que envolve muito mais do que o ato de alimentar o bebê. Disposição significa literalmente um “estado de espirito favorável”, vontade, determinação e animação! Não é somente amamentar porque é bom para o bebê, porque o leite materno é o melhor alimento, mas porque além de tudo o que você já sabe a respeito dos benefícios do aleitamento materno você está disposta! Se não estiver, não irá adiantar nada, nada mesmo tentar todas as alternativas caso tenha alguma dificuldade nem contratar a melhor consultora em aleitamento materno para te ajudar que ela ainda não aprendeu a fazer milagre! Então, minha primeira dica é esteja DISPOSTA!

A minha próxima dica é que vocês se preparem (mamães, papais, vovós) ainda na gestação através de leituras de qualidade, oficinas e cursos para casais grávidos, filtrem as milhares de informações disponíveis na internet, principalmente nas redes sociais, procurem por sites e blogs de qualidade e nunca façam comparações, pois cada bebê é único, tem suas particularidades, seu jeitinho, acreditem!

Mamãe, confie no seu potencial! Acredite que você é capaz e que por mais difícil que pareçam esses primeiros dias (e eles parecem uma eternidade!), com paciência e apoio aos poucos você e o bebê estarão em plena sintonia, pois como sempre digo a amamentação é um aprendizado diário da mãe e do bebê!

Não hesite em solicitar ajuda de um profissional especializado assim que perceber que alguma coisa não está bem, se você estiver com algum incomodo para amamentar como dor, sangramento ou fissura nos mamilos, febre, mamas muito duras que não ficam macias após o bebê mamar, se achar que o bebê está mamando em intervalos muito curtos e ainda assim parece ficar faminto e principalmente, NÃO DESISTA antes de esgotar todas as possibilidades!

As Consultoras em Aleitamento Materno são profissionais especializadas e preparadas para dar apoio e auxiliar as mães que estão se preparando para amamentar ou que estejam com alguma dificuldade no processo de aleitamento.

Caso tenha alguma critica, elogio, dúvida ou sugestão entre em contato conosco!

Por que é comum infecção urinária na gravidez?

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A infecção urinária (ITU – Infecção do Trato Urinário) é caracterizada pela invasão e multiplicação de micro-organismos nos rins e nas vias urinárias. Durante a gestação aumentam as chances de a mulher desenvolver infecção urinária devido às mudanças fisiológicas e anatômicas que acontecem no trato urinário.

O rim passa a excretar quantidades menores de potássio e maiores de glicose e aminoácidos, fornecendo meio apropriado para a proliferação bacteriana.

Também devido a maior quantidade de hormônios da gravidez (estrogênio e progesterona) podem haver uma diminuição da capacidade do trato urinário de resistir à invasão bacteriana.

Os sintomas da ITU são: dor e/ou ardência para urinar, dor no baixo ventre (no “pé da barriga”), arrepios de frio ou calafrios com presença ou não de dor nas costas, idas muito frequentes ao banheiro (diferentes daquelas comuns do final da gestação). Pode haver ainda mal-estar geral, indisposição e febre.

O exame que identifica a presença de infecção é o de urina no qual será identificado o microrganismo causador e auxiliará o médico no tratamento.

Dentre as complicações da ITU estão: o trabalho de parto prematuro, recém-nascidos de baixo peso, rotura prematura das membranas, restrição de crescimento intrauterino, paralisia cerebral ou retardo mental na infância, além do óbito perinatal.

É importante durante o tratamento aumentar o consumo de água, repetir o exame 1 semana após o termino do antibiótico e realizar o pré-natal adequadamente.

Dicas valiosas que irão te ajudar a preparar a Lista do Enxoval

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  1. Quando devo começar a preparar o enxoval?

O ideal é que você não espere muito para começar, afinal o tempo passa muito rápido e quando você se der conta já estará na reta final. Nossa dica é: aguarde passar os primeiros 3 meses, quando você poderá estar enjoada e indisposta, sem ânimo para fazer as coisas.  Passado esse momento comece fazendo uma lista-rascunho, com itens gerais que um bebê precisa. O próximo passo é personalizar a lista quando souber o sexo e a quantidade de bebês.

  1. O que comprar?

Aqui você deve tomar cuidado! Se for sua primeira experiência, você será inundada com informações vindas de todos os lados e precisará de um pouco de paciência e bom senso para adequá-las ao seu estilo, evitando compras desncessárias. Caso não se sinta segura com tantas informações procure um profissional especializado nessa área, como Baby Planners ou Personal Shoppers.

  1. Como montar a lista?

O ideal é dividir a lista em categorias: produtos para passeio, higiene e banho, alimentação, vestuário, quarto do bebê, atividades e brinquedos, produtos para mamãe.

  1. Quais as quantidades de cada item?

Você pode optar em separar os itens por fases, por exemplo: as roupinhas de 0 a 3 meses, 3 a 6 meses, assim por diante. Faça assim com todos os produtos que dependem de tamanho, isso facilita inclusive na hora de você arrumar o quartinho do bebê. Dessa forma você pode se planejar e adquirir inicialmente somente produtos para o primeiro aninho, dependendo do orçamento disponível.

Gostou das dicas? Quer saber mais? Comente e compartilhe!

Papai para além das fraldas sujas

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O assunto sobre o qual gostaria de conversar hoje é de extrema relevância para pensarmos o desenvolvimento saudável de uma criança. Hoje, eu gostaria de falar sobre a importância do papel paterno.

Atualmente, havendo espaço para as mais variadas configurações de família, vemos também uma flexibilidade na forma de exercer os papéis dentro de cada casa. Isso implica em uma mudança na forma de ver a participação do homem que, de responsável pelos assuntos externos vem sendo cada vez mais convidado a partilhar da vida interna da família, enquanto a mulher também pode fazer suas escolhas.

Além da crescente possibilidade de novas configurações familiares que ultrapassam o modelo formal “pai-mãe-filhos”, as possibilidades de organização dos papéis desempenhados dentro de cada família não são mais tão rígidas como em outros momentos históricos. Isso permite pensarmos a questão da participação paterna a partir de um novo lugar, já que hoje mais do que nunca, os pais estão cada vez mais interessados em desempenhar um papel ativo nos cuidados com seus filhos.

Estive conversando recentemente com um amigo grávido que comentava já bastante conformado, que sabia que iria desempenhar um papel secundário na vida de seu filho, já que “a mãe é muito importante e indispensável”. Quando ouvi essas palavras fiquei um pouco surpresa, pois conhecendo este futuro papai e todo o desejo e zelo com os quais aguarda o filho que vem chegando, foi como escutá-lo dizer que sentia-se excluído de tudo que viria a acontecer: o parto, a amamentação… coisas que, realmente só a mulher experimenta em seu próprio corpo.

Entretanto, não pude deixar de dar um puxão de orelha nesse futuro papai, porque mesmo que a mãe tenha um papel importante e indispensável, ele precisa estar ciente de que o papel do pai é igualmente importante e indispensável para este bebê que vai nascer e também para sua mulher, que vai precisar de sua força e seu apoio mais do que nunca. Conversando, concordei que no processo do nascimento assim como nos meses que sucedem ao parto o foco recai sobre a mulher e seu bebê. E é importante que assim seja, pois a mãe é a primeira referência que o recém-nascido possui, sendo que ele nem mesmo consegue diferenciar-se dela. Dessa forma, por algum tempo, é importante que ambos estejam fortemente conectados (quase como se nada mais importasse mesmo).

Esse período é aquele em que a mulher mais precisa da ajuda de seu parceiro, pois está tão imersa na realidade de ter em seus braços um bebê real, com necessidades reais, que comumente poderá ter dificuldades com as tarefas diárias. É preciso um homem forte e disposto a apoiá-la para que, aos poucos a nova mamãe possa descer de sua nuvem de encantamento de volta para o mundo real. Aí um papai bem disposto a encarar uma fralda suja ou um bebê que chora tem muito valor.

Nessa época os pais frequentemente ficam enciumados, sentindo que perderam o espaço, já que a mãe foca toda a sua preocupação sobre o bebê. Isso é bem verdade, mas é importante ter em mente que isso faz parte de uma fase normal e que é preciso dar à mãe e ao bebê algum tempo para que se reconheçam. Os papais precisam ficar tranquilos, pois logo mais, virá uma época em que serão chamados a participar, serão novamente integrados à dinâmica e, neste momento, sua presença e atuação terá uma importância de protagonista na vida de seus filhos!

Esse ponto crítico, no qual o pai é “chamado” a sair de uma posição um pouco secundária e tomar o papel de destaque se dá quando a nova mamãe já conseguiu se acostumar com a ideia de ter um novo serzinho totalmente dependente dela, e agora, mais tranquila, começa a dar conta de retornar a uma rotina que não se baseie somente no bebê, incluindo uma vida social mais ampla. A partir daí, o pai é responsável por fazer um “corte” nesse relacionamento “colado” da mãe com o filho. Ou seja, o pai será o primeiro indício do mundo real para o bebê, que inicialmente tem um relacionamento tão próximo com a mãe que fica difícil saber onde começa um e acaba o outro. Por isso o pai será tão importante.

Mais adiante, em geral é o pai o responsável por instituir os limites ao filho (espera-se que com o apoio da mãe). Ou seja: é através da figura do pai, um pai amoroso, que cuida, que ensina, que a criança vai aprendendo até onde pode ir. Esta função além de ser das mais importantes, eu considero um dos maiores presentes que se pode dar a uma criança. Quem sabe mais adiante possamos conversar sobre limites.

Na adolescência novamente o pai desempenha um papel de destaque indiscutível. Enquanto representante da lei, dos limites, das regras, o pai é ao mesmo tempo amado e odiado funcionando como um parâmetro a partir do qual o adolescente revê seus valores e ideias.

Através dessa breve lista, torna-se impossível dizer que o pai seja uma mera figura de suporte. O que quero ressaltar é que ambos, pai e mãe, desempenham funções importantíssimas. O que normalmente ocorre é que, ao decorrer do desenvolvimento cada um tem momentos em que será mais requisitado, mais protagonista do que o outro. Isso jamais significaria que haja um revezamento, pois num momento em que a mãe é mais cobrada, como vimos no pós-parto, por exemplo, é imensamente importante que o pai esteja ao seu lado fornecendo suporte, pois educar sempre é um desafio e desafios compartilhados tendem a ser menos pesados.

Nota

A importância de se ter uma mãe

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Fiquei extremamente contente e entusiasmada quando fui convidada a colaborar com alguns artigos no site da Matriella Baby Planners. A gestação, o período pré-natal o puerpério, a relação mãe e bebê, maternidade/paternidade e infância estão entre os temas que mais tem despertado o meu interesse e aos quais mais tenho dedicado meus estudos nos últimos tempos e foi com enorme satisfação que aceitei o desafio de comunicar algumas das ideias que circulam sobre esses assuntos a partir da minha leitura e do meu posicionamento profissional.

Certamente, como em todas as profissões e linhas científicas, haverá aqueles com ideias diferentes, já que, quando se trata do ser humano, há uma riqueza de abordagens que partem de diferentes pressupostos. Vale saber que a minha posição é embasada por uma teoria que se pauta exatamente sobre a importância das relações mais primitivas (aquelas que estabelecemos com o meio ambiente – a princípio nossa mãe, ou aquele que exerce esse papel, e depois nosso pai, irmãos, etc.) na construção do desenvolvimento emocional e daquilo que, de forma genérica e abrangente, podemos chamar aqui de “personalidade” (mas  que realmente diz respeito à própria noção de “eu” que viremos a desenvolver).

Gostaria de dizer meu foco aqui é conversar com você que está intimamente envolvida no processo: seja por encontrar-se atualmente grávida, ou tentando engravidar, ou em processo de adoção, ou já com filhos. Este espaço é seu, pai ou mãe, atual ou em construção para que juntos, possamos explorar as questões relativas à esse constante desconhecido que é a maternidade/paternidade.

Sendo assim, me perguntava sobre o que deveria escrever inicialmente. Que palavras eu gostaria de deixar para vocês como abertura desse espaço tão especial?  Aí me lembrei de uma pergunta que ouvi uma mãe fazendo a outra, casualmente em uma sala de espera: “você educa seu filho com base em que teoria?”. Ouvi essa pergunta há alguns anos e nunca me esqueci dela. Você pode estar confusa(o): “Mas qual o problema em perguntar isso?”. Bem, é exatamente sobre isso que eu gostaria de dedicar minhas primeiras palavras: A importância de se TER uma mãe.

Primeiramente, gostaria de esclarecer que quando falo “mãe” me refiro à função especial normalmente desempenhada pela mãe, que é a primeira figura de referencia do bebê. Em muitos casos, esta bem poderia ser o pai, ou uma tia… Porém, é importante que estejamos de acordo sobre o uso dessa palavra, que vai ser muito repetida a partir de agora, ok?

Bem, como eu ia dizendo, a importância de se ter uma mãe se relaciona com aquela pergunta porque uma mãe precisa ser suficientemente boa. Isso significa que ela não deve ser nem perfeita, nem ter muitas restrições.

O que é uma mãe com restrições? Uma mãe com restrições é aquela que, por algum motivo não consegue se identificar com seu bebê. Ela não consegue se colocar no lugar dele, por exemplo: a clássica cena de um bebê que chora e a mãe logo “adivinha” – “Ih… esse choro é cólica!”. Mas antes que as apressadinhas se desesperem, alto lá: cada mãe DESENVOLVE esta relação com cada um de seus bebês. E de uma maneira diferente cada vez. Por isso dizemos que se é uma mãe diferente para cada filho, porque com cada filho tudo é diferente mesmo! Quem sabe mais para frente possamos conversar mais sobre esse processo, que é muito interessante.

E uma mãe perfeita, o que é? Ah… essa eu nunca conheci! O que acontece é que no afã de ser perfeita, normalmente a mãe sobrecarrega, ou superprotege o bebê e aí… ela não é perfeita, e acaba prejudicando, e muito. Aqui entra aquela pergunta que eu mencionei antes: por que você precisa de uma “teoria” para  educar seu filho? Teorias são científicas, e a ciência exige uma rigidez e um rigor que não se aplicam no dia-a-dia, nas relações humanas que precisam ser afetivas. Se formos cientistas com nossos filhos, quem serão os pais deles? Que tal deixar as teorias para os teóricos?maebebe

Entendo que a quantidade de informações hoje em dia é enorme e conflitante. Cada vez mais é difícil saber se estamos ou não fazendo o melhor, mas o importante é confiar na sua capacidade, por que quando falamos de uma mãe suficientemente boa estamos falando da “mãe devotada comum”, ou seja, não é preciso ser uma super-heroína, e sim confiar na sua capacidade e na força da relação que você estabelece com seu filho desde os primórdios. Afinal, quem melhor para conhecer seu filho do que aqueles que estiveram com ele desde o início? Dificuldades podem aparecer, e ninguém é de ferro. Há casos em que a ajuda é bem vinda, mas, mesmo nesses casos, o fundamental é confiar. Confiar na capacidade de desenvolvimento e não desistir.

Muitas dúvidas fazem parte dessa longa caminhada, espero poder contribuir com algumas reflexões já que o tema é vasto e está longe de se encerrar nesta pequena contribuição. Deixe seu comentário e sua sugestão de tema. Farei o possível para abordá-lo!

Renata Corbetta Tavares

Psicóloga

Psicologa Re

CRP 12/12746

Os perigos do estresse para a gravidez

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A gravidez deveria ser um momento para a mulher se cuidar mais e se poupar pois toda sua energia está sendo gasta no desenvolvimento do bebê.
A gestante tem aumento de 30% no metabolismo: o coração bate mais depressa, os pulmões funcionam mais, os vasos sanguíneos se dilatam. Se ela despende muita energia em outras coisas, sobrará menos para o corpo preparar o bebê.
O ideal é que as gestantes diminuam as situações de estresse pois elas estão mais vulneráveis nessa fase, com alterações frequentes no estado de humor. Normalmente situações que não causariam nenhuma reação se ela não estivesse grávida, como uma cena de novela por exemplo, nesse período são capazes de fazer a mulher desabar no choro.
Essas reações liberam substâncias e hormônios, como o cortisol, que passam para o bebê através da placenta e podem provocar reações nele idênticas às reações sentidas pela mãe.
Estudos indicam que gestantes expostas ao estresse dão a luz significativamente mais cedo e, a bebês com peso ao nascer, inferior à média dos nascidos de mães não expostas ao estresse. (CONDE; FIGUEIREDO, 2003; ARAÚJO; PEREIRA; KAC, 2007; AUSTIN; LEADRE, 2000; LOBEL; DUNKEL-SCHETTER; SCRIMSHAW, 1992; WADHWA et al., 1993).
Como consequência do estresse pode haver o enfraquecimento do sistema imunológico, aumentando as chances de infecções, como também afetar aspectos emocionais. Vários estudos já comprovaram que gestantes que são expostas a eventos estressores por longo prazo são fortes candidatas a apresentarem riscos a sua saúde e a do bebê.
Possíveis efeitos do estresse:
– Complicações obstétricas como o risco de pré eclampsia
– Presença de mecônio no líquido amniótico
– Asfixia fetal
– Depressão puerperal
É importante que a gestante encontre algo que a ajude a reduzir o estresse.
Vamos listar algumas dicas, veja a que mais se adapta ao seu estilo e se você tiver mais algumas compartilhe conosco!
1 – Fazer intervalos de 15 minutos durante o expediente ajuda a descansar e alivia o estresse relacionado ao trabalho
2 – Realizar atividades como meditação ou yoga favorecem o controle da respiração que é essencial para baixar os níveis de estresse e proporcionam calma e tranquilidade
3 – Fazer atividade física recomendada para gestantes também proporcionam a sensação de prazer
4 – Dormir ao menos 8 horas/dia
5 – Evite fumar pois aumenta ainda mais o estresse
8 – Identificar as origens do problema ajuda a gravida a lidar com o estresse
9 – Ouvir músicas relaxantes acalmam a mãe e o bebê
10 – Evite conversas e pessoas desagradáveis, filmes e situações tristes
Converse com seu médico ou equipe que acompanha o pré natal caso perceba que alguma coisa está errada!

Você conhece os benefícios do uso do Sling?

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carrying a babyNele a criança sente-se mais protegida pois está próxima ao corpo da mãe, sente seu calor, seu cheiro e batimentos cardíacos, além de estar na posição ideal para a amamentação. Com o sling também há melhora da sua habilidade motora, tonificação dos músculos e senso de equilíbrio. Enquanto usa o sling a mãe ou o pai ficam com as mãos livres podendo realizar outras tarefas mesmo com o bebê no colo. Há ainda a vantagem de poder andar com o bebê em calçadas e terrenos irregulares sem o estresse de ter as rodas do carrinho emperrando. Outro benefício para os pais está relacionado com a ergonomia pois usando o sling há somente o peso do bebê evitando a má postura e consequente dores nas costas. Se interessou? Veja como manter-se na moda usando o Sling no site da nossa parceira MaterWoman​: http://www.materwoman.com.br

Dicas para dormir bem no final da gravidez

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No final da gestação, devido a ansiedade com a proximidade do parto e as idas frequentes ao banheiro muitas gravidas despertam várias vezes durante a noite.

Algumas dicas para você melhorar seus hábitos de sono:

  • Comprar um travesseiro de corpo ajuda com a posição de lado, isso auxilia muito no fim da gestação;
  • Você deve evitar alguns alimentos a noite como: sorvetes, cremes, frituras, pizzas, café, chás ou qualquer outro que contenha cafeína. Esses alimentos são estimulantes e podem prejudicar o seu sono.
  • É importante evitar o uso de computadores e televisões uma hora antes de dormir e também não ter esses eletrônicos no quarto, pois as luzes que são emitidas desses aparelhos interferem na produção do hormônio melatonina, o hormônio do sono;
  • Quando problemas do sono aparecem pode ser necessário ter um ritual de relaxamento antes de dormir, esse ritual deve acontecer sempre na mesma hora para condicionar o sono, você pode também fazer uso de chás ou leite morno para estimular o sono.

Quer ter mais informações? Agende uma consultoria de sono conosco.

Eloeinni Linhares é consultora de sono materno infantil e baby planner certificada pela International Academy of Baby Planner Professionals (IABPP) e International Maternity Institute(IMI) e é sócia da Matriella Baby Planners consultoria para o planejamento da chegada do bebê e após o nascimento

Pregnant woman trying to sleep

Enjôos na gravidez

Uma das queixas mais comuns no inicio da gravidez são os famosos ENJÔOS. Aproveitamos o pedido de socorro de uma amiga-parceira e resolvemos escrever essas dicas:
1 – Lembre-se que essa é uma fase temporária, então vá com calma e não saia testanto tudo o que indicam. Alguns chás inclusive são contra indicados para grávidas!
2 – Tente manter uma alimentação mais fracionada, comendo a cada 3 horas e em porções menores
3 – Pratique exercícios: Atividades leves, como a caminhada, favorecem a digestão, proporcionam a sensação de bem-estar e aliviam o estresse emocional
4 – Evite movimentos bruscos, como levantar rapidamente quando estiver deitada. Esse movimento repentino faz com que a pressão do sangue caia repentinamente, causando desconfortos como tontura, enjoos e até desmaios.
5 – Os alimentos de gosto ou odor acentuado podem aumentar os enjôos, portanto o ideal é que sejam evitados, exemplo: café
6 – Procure ficar longe de produtos com cheiros fortes, pois eles podem desencadear os enjôos (perfumes, cremes, temperos fortes, produtos quimicos).
7 – Em alguns casos o médico poderá indicar medicamentos que combatem esse incômodo, mas somente o médico poderá indicar qual o melhor remédio para você.

#Enjoo #gravidez #prenatal #primeirotrimestre